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O
ser humano pensa visualmente. As imagens agem diretamente
sobre a percepção do cérebro, impressionando primeiro
para depois serem analisadas, ao contrário do que
acontece com as palavras. Em se tratando de comunicação
somos cada vez mais uma civilização visual. É
comum nos pegarmos dizendo : Viu aquela música?
Ou viu o que fulano disse?. A programação visual
é um conjunto de técnicas que nos permite ordenar
a forma pela qual se faz a comunicação visual. O
emprego da programação visual vem sendo feito há
muito tempo, mas seu ensino sistemático começou
em 1919 na Bauhaus, um marco nas origens do design.
O homem urbano é submetido diariamente a milhares
de informações visuais: jornais, revistas, televisão,
outdoors, cartazes e outros. Esses milhares de estímulos
modificam nossa linguagem, comportamento e nossa
cultura.
Você acredita em amor a primeira vista?
Independente ou não de você acreditar
em amor à primeira vista, creio que você
concorda em como é permanente a primeira
imagem. Assim como costumamos fazer julgamentos
sobre pessoas, fazemos julgamentos também
de produtos e negócios. Daí ser de
fundamental importancia que a primeira impressão,
seja adequadamente trabalhada, para que comunique
extamente o que deve comunicar, fixando-se em nossas
mentes de uma forma positiva e consistente. Quando
um nome ou uma idéia é representada
visualmente sob determinada forma, podemos dizer
que ela tem identidade visual. Quando as várias
embalagens de um produto são programadas
visualmente para representarem uma consistência
em si, este produto é uma identidade visual.
Ou seja colocar uma uma idéia; que é
uma coisa um tanto abstrata de forma concreta para
ser bem entendida. |
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Embora
pertença a uma área de conhecimento específico
e mais ou menos consolidada enquanto campo intelectual,
o design gráfico é de difícil entendimento, porque
ele é essencialmente interdisciplinar, tendo estreita
interface principalmente com a comunicação social,
as artes plásticas e a arquitetura. Na imprensa
por exemplo, projetos gráficos de revistas e suplementos
de grande jornais são comumente realizados por
jornalistas que se especializam neste tipo de
atividade (e que são erroneamente identificados
como diagramadores). Da mesma forma, boa parte
dos diretores de arte das agências de publicidade
é formada por publicitários.
Design gráfico não é arte
!
O design gráfico não pode ser considerado
como arte por várias razões: primeiramente
porque toda arte tem uma autoria, já o
design gráfico na maioria das vezes trabalha
em conjunto,ou seja os designers não tem,
por definição estilos individuais
- ao contrário do que é muito comum
em artistas - porque o design gráfico não
é essencialmente expressão,
mas solução. É lógico
que o designer, assim como qualquer profissional,
norteia sua prática sob determinados componentes
individuais e simbolícos, que podem acabar
dando a ele uma unidade que a grosso modo pode
ser chamado de estilo
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